Hepatites Virais
Hepatites
As hepatites virais são um grupo de doenças infecciosas sistêmicas que atingem o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Causadas por diferentes agentes etiológicos (vírus A, B, C, D e E), na maioria das vezes manifestam-se como infecções silenciosas, ou seja, assintomáticas. Porém, quando causadas pelos vírus B e C, frequentemente tornam-se crônicas, podendo evoluir para comprometimento hepático severo, cirrose e carcinoma hepatocelular.
A transmissão circula entre duas vias principais, dependendo do tipo viral: a via fecal-oral (relacionada a condições de saneamento e higiene) ou a via sanguínea e sexual. Independentemente do tipo, o diagnóstico precoce é fundamental para quebrar a cadeia de transmissão e evitar o agravamento do quadro clínico.
Quando sintomáticas, as hepatites podem se manifestar através de cansaço, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados (icterícia), urina escura e fezes claras.
A Hepatite A é uma doença infecciosa aguda causada pelo vírus VHA, que ataca o fígado. Ao contrário das hepatites B e C, a hepatite A não evolui para a forma crônica. No entanto, pode causar sintomas debilitantes e, raramente, insuficiência hepática aguda. Está diretamente associada a condições de saneamento básico e higiene pessoal.
TRANSMISSÃO:
- Fecal-oral: ingestão de água ou alimentos contaminados.
- Contato pessoal próximo com pessoa infectada.
- Práticas sexuais que envolvam contato oral-anal.
- Período de Incubação: De 15 a 50 dias (média de 28 dias).
DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico é realizado por meio de exame de sangue, onde se pesquisam anticorpos específicos:
- Anti-HAV IgM: Indica infecção recente (aguda). É o marcador usado para confirmar a doença ativa.
- Anti-HAV IgG (ou Total): Indica infecção passada ou vacinação. Significa que a pessoa está imune (protegida).
- Também podem ser observadas alterações em exames inespecíficos, como o aumento das enzimas hepáticas (TGO/AST e TGP/ALT).
TRATAMENTO:
Não há tratamento específico para combater o vírus da Hepatite A. O corpo geralmente elimina o vírus sozinho. O manejo clínico baseia-se em:
- Repouso relativo (conforme a gravidade dos sintomas).
- Dieta leve e pobre em gorduras (para facilitar a digestão), além de boa hidratação.
- Restrição: O consumo de álcool e medicamentos hepatotóxicos (como paracetamol em altas doses) deve ser evitado.
- Medicamentos para alívio de sintomas (enjoo, dor ou febre) podem ser prescritos pelo médico.
PREVENÇÃO:
- Vacinação: Disponível no SUS (Calendário Nacional) e é a medida mais eficaz.
- Lavagem frequente das mãos (especialmente antes de comer e após usar o banheiro).
- Consumo de água tratada/fervida e alimentos bem cozidos.
Definição de Caso para Vigilância (CID-10: B15):
Indivíduo com anti-HAV IgM reagente OU caso sintomático (icterícia) que tenha vínculo epidemiológico com um caso confirmado laboratorialmente.
CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO NO RS
Mudança de Perfil (2022-2024): Historicamente associada à infância, a Hepatite A mudou drasticamente de perfil no estado. Atualmente, observa-se um aumento sustentado de casos, com o RS ocupando posições de alerta no ranking nacional.
- Onde: Concentração na Região Metropolitana e Porto Alegre.
- Quem: Predomínio em adultos jovens do sexo masculino (20 a 39 anos).
- Como: Além da via hídrica/alimentar, destaca-se a transmissão sexual (contato oral-anal) como via significativa de infecção.
FLUXO DE NOTIFICAÇÃO
Caso isolado (Rotina)
- Quando: Paciente com diagnóstico confirmado (IgM Reagente).
- Onde: Notificar no Sinan Net (Ficha de Investigação de Hepatites Virais).
- Prazo: Semanal (até 7 dias).
Surto (Emergência)
- Critério: 2 ou mais casos com vínculo epidemiológico (mesma casa, escola, local de trabalho ou parceiros sexuais).
- Ação: Notificação IMEDIATA (até 24h) à Vigilância Municipal por telefone/e-mail para bloqueio da transmissão.
A Hepatite B é causada pelo vírus VHB. Diferente da hepatite A, a hepatite B pode evoluir para a forma crônica, sendo um importante fator de risco para cirrose e câncer hepático. O vírus pode sobreviver por vários dias fora do corpo humano, o que facilita a transmissão se não houver cuidados.
TRANSMISSÃO:
- Sexual: Relações sexuais desprotegidas (é uma Infecção Sexualmente Transmissível - IST).
- Parenteral (Sangue): Compartilhamento de agulhas, seringas, lâminas de barbear, alicates de unha e materiais de tatuagem/piercing não esterilizados.
- Vertical: Da mãe para o bebê durante a gestação ou parto.
- Período de Incubação: De 30 a 180 dias (média de 60 a 90 dias).
DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico avalia diferentes marcadores no sangue para saber se a infecção é aguda, crônica ou se a pessoa já é imune:
- HBsAg (Antígeno de Superfície): Se reagente (por Teste Rápido ou laboratorial), indica que a pessoa tem o vírus (infecção ativa).
- Anti-HBc IgM: Indica infecção recente (aguda).
- Anti-HBs: Indica imunidade (proteção), seja pela vacina ou por cura de infecção anterior.
TRATAMENTO:
Na fase aguda, o tratamento é sintomático (repouso, hidratação e dieta leve). Na fase crônica, utilizam-se medicamentos antivirais específicos (disponíveis no SUS) para reduzir a carga viral e prevenir danos ao fígado. Nem todo portador crônico precisa de medicação imediata, mas todos exigem acompanhamento médico regular.
PREVENÇÃO:
- Vacinação: Disponível no SUS para toda a população, independente da idade.
- Uso de preservativos em todas as relações sexuais.
- Não compartilhamento de objetos de uso pessoal (lâminas, alicates, escovas de dente).
- Pré-natal adequado para prevenir a transmissão para o bebê.
Definição de Caso para Vigilância (CID-10: B16 / B18.1):
Indivíduo com HBsAg reagente (indica infecção ativa) OU Anti-HBc IgM reagente (indica infecção recente).
CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO NO RS:
Alta Endemicidade e Transmissão Vertical: O Rio Grande do Sul permanece como uma área de importante circulação viral. Embora a vacinação tenha reduzido casos em jovens, o estado mantém taxas de detecção superiores à média nacional.
- Onde: Destaque para Porto Alegre, que figura entre as capitais com maiores taxas de detecção do país.
- Quem: Aumentou a prevalência em faixas etárias mais avançadas (cronificação) e há alerta constante para gestantes.
- Desafio: O foco prioritário é bloquear a transmissão vertical (da mãe para o bebê), exigindo testagem rigorosa no pré-natal.
FLUXO DE NOTIFICAÇÃO:
População Geral (Adultos)
- Critério de Notificação: Indivíduo com HBsAg Reagente (Infecção Ativa) OU Anti-HBc IgM Reagente (Infecção Aguda).
- Onde: Preencher a "Ficha de Notificação e Investigação de Hepatites Virais" no Sinan Net.
- Prazo: Semanal (até 7 dias).
A gestante
- Obrigatório sempre (Rotina): Preencher a "Ficha de Notificação/Conclusão" do e-SUS Sinan indicando o agravo "Infecção pelo vírus da hepatite B em gestante" a cada nova gestação.
- Se for o primeiro diagnóstico da vida: Preencher também a ficha de investigação no Sinan Net. Caso ela já tenha diagnóstico prévio, não é necessário notificar neste sistema.
A criança
- Ao nascer (Exposição): Preencher a ficha "Criança exposta ao risco de transmissão vertical" no e-SUS Sinan.
- Nas primeiras 12h de vida: Registrar a aplicação da vacina e da imunoglobulina (IGHAHB) no sistema SI-PNI.
- Se confirmar a doença: Caso a criança apresente soroconversão, notificar como caso novo de Hepatite Viral no Sinan Net.
A Hepatite C é causada pelo vírus VHC. É caracterizada como uma epidemia silenciosa,
pois a maioria das pessoas não apresenta sintomas até que o fígado esteja bastante
comprometido. É a principal causa de transplantes de fígado no mundo. Atualmente, a
Hepatite C tem cura.
TRANSMISSÃO:
Parenteral (Principal): Contato com sangue contaminado. A maior parte das
transmissões ocorreu no passado (transfusões antes de 1993), mas hoje ocorre via
compartilhamento de agulhas, seringas e materiais de higiene pessoal.
Sexual e Vertical: São vias possíveis, porém menos frequentes que na Hepatite B.
Período de Incubação: De 15 a 150 dias (média de 50 dias).
DIAGNÓSTICO:
Ocorre em duas etapas:
1.Triagem (Anti-HCV, TR ou exame laboratorial): Verifica se a pessoa teve contato com
o vírus.
2.Confirmação (HCV-RNA ou Carga Viral): Verifica se o vírus ainda está ativo no
sangue. É necessário para confirmar a necessidade de tratamento.
TRATAMENTO:
A Hepatite C tem cura em mais de 95% dos casos. O tratamento é realizado comAntivirais de Ação Direta (DAA), medicamentos modernos, orais, com poucos efeitos colaterais e duração média de 12 semanas. O tratamento está disponível gratuitamente no SUS.
PREVENÇÃO:
Não existe vacina para Hepatite C.
Não Não compartilhar agulhas, seringas, lâminas e alicates de unha.
Exigir materiais descartáveis ou esterilizados em tatuagens, piercings e manicures.
Uso de preservativos.
Definição de Caso para Vigilância (CID-10: B17.1 / B18.2):
Indivíduo com Anti-HCV reagente E confirmação por HCV-RNA detectável (Carga Viral).
CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO NO RS:
Queda na Mortalidade, Alta Detecção: O RS historicamente apresenta uma das maiores
taxas de detecção do Brasil. A epidemia é silenciosa, mas o cenário recente mostra avanços
importantes com redução de óbitos devido aos novos tratamentos.
Quem (Efeito Coorte): A infecção concentra-se fortemente em pessoas acima de 40
anos, muitas infectadas em décadas passadas (antes de 1993).
Tendência: Redução significativa da mortalidade nos últimos anos graças ao acesso
aos antivirais de ação direta (DAA).
Estratégia: A prioridade é a microeliminação através da busca ativa de assintomáticos
para tratamento antes da evolução para cirrose.
FLUXO DE NOTIFICAÇÃO:
Exame: Anti-HCV Reagente (por Teste Rápido ou exame laboratorial).
Ação: O caso deve ser notificado no Sinan Net e, após a realização da Carga Viral (HCVRNA),
deve ser realizada a complementação na ficha de notificação.
NOTAS INFORMATIVAS:
A Hepatite D é causada pelo vírus VHD. É considerada um "vírus satélite" ou defeituoso,
pois só consegue infectar quem já possui o vírus da Hepatite B. A infecção associada (B
+ D) aumenta o risco de evoluir rapidamente para formas graves de cirrose.
TRANSMISSÃO:
Segue as mesmas vias da Hepatite B: sexual, parenteral (sangue) e vertical.
Ocorre por Coinfeção (pegar B e D ao mesmo tempo) ou Superinfecção (quem já tem
B pega o D depois).
Período de Incubação: De 30 a 180 dias.
DIAGNÓSTICO:
Deve ser suspeitado em pacientes com Hepatite B que apresentam piora repentina ou
doença hepática grave. Confirma-se através da detecção de anticorpos Anti-HDV ou
carga viral do HDV.
TRATAMENTO:
O tratamento visa controlar a replicação viral e a progressão da doença, utilizando
medicamentos como o Interferon peguilado, muitas vezes em combinação com os
remédios da Hepatite B.
PREVENÇÃO:
Vacinação contra Hepatite B: Como o vírus D precisa do B para viver, vacinar-se contra
a B protege automaticamente contra a D.
Definição de caso para vigilância (CID-10: B16.0/ B17.0):
Indivíduo com marcador de Hepatite B (HBsAg reagente) associado a marcador de
Hepatite D (Anti-HDV reagente).
CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO DO RS:
Ocorrência Esporádica: Diferente da Região Norte do Brasil, onde se concentram mais de
70% dos casos notificados, o Rio Grande do Sul é classificado como área de baixa
endemicidade para Hepatite D.
Perfil: Os casos identificados no estado são geralmente importados (pessoas que
residiram ou viajaram para áreas endêmicas) ou raros casos autóctones.
Alerta Clínico: A vigilância atua no monitoramento sentinela devido à gravidade da
superinfecção (Vírus B + D), que eleva o risco de hepatite fulminante.
FLUXO DE NOTIFICAÇÃO:
PRÉ-REQUISITO
Investigar Hepatite D (Anti-HDV) apenas se o paciente já for HBsAg Reagente (portador
de Hepatite B).
NOTIFICAÇÃO
Onde: Sinan Net (Ficha de Investigação de Hepatites Virais).
Classificação: Definir se é Coinfecção (pegou B e D juntos agora) ou Superinfecção (já
tinha B crônica e pegou D).
Documentos Técnicos
A Hepatite E é causada pelo vírus VHE. Assim como a Hepatite A, é uma doença de transmissão fecal-oral e geralmente autolimitada (o corpo cura sozinho). O grande risco desta hepatite é para gestantes, onde a doença pode ser fulminante e levar ao óbito.
TRANSMISSÃO:
- Fecal-oral: Ingestão de água contaminada.
- Zoonótica: Consumo de carne mal cozida ou crua de animais infectados (especialmente carne suína e de caça, como javali).
- Período de Incubação: De 15 a 60 dias (média de 40 dias).
DIAGNÓSTICO:
Realizado através da detecção de anticorpos Anti-HEV IgM no sangue. Deve ser investigada quando os testes para as hepatites A, B e C resultam negativos.
TRATAMENTO:
Não há tratamento específico. Recomenda-se repouso, hidratação e dieta adequada. Em imunossuprimidos, pode ser necessário uso de antivirais. Gestantes requerem monitoramento rigoroso.
PREVENÇÃO:
- Saneamento básico e tratamento de água.
- Cozinhar bem a carne suína e derivados.
- Higiene das mãos.
Definição de Caso para Vigilância (CID-10: B17.2):
Indivíduo com Anti-HEV IgM reagente.
CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO NO RS:
Ocorrência Esporádica: Diferente de países da África e da Ásia, onde o vírus apresenta alta endemicidade, a Hepatite E é raramente observada no Brasil. No Rio Grande do Sul, a doença tem ocorrência esporádica, sem registro de grandes surtos recentes, mas possui fatores de risco culturais muito específicos:
- Como: Transmissão zoonótica facilitada por hábitos culturais, como o consumo de carne suína, embutidos artesanais e caça (javali) mal cozidos.
- Quem: O risco é geral para a população que consome esses alimentos, mas o alerta de gravidade é máximo para gestantes.
- Vigilância: Investigação obrigatória em casos de hepatite aguda com sorologia negativa para A, B e C.
FLUXO DE NOTIFICAÇÃO:
QUANDO SUSPEITAR
- Paciente com sintomas de hepatite aguda, mas com resultados Negativos para Hepatites A, B e C.
ALERTA: GESTANTES
- Prioridade: Toda gestante com sintomas de hepatite deve ser testada para Hepatite E devido ao alto risco de gravidade.
SISTEMA
- SINAN NET (Ficha de Investigação de Hepatites Virais - CID B17.2).
O Ministério da Saúde centraliza as informações nacionais sobre prevenção, diagnóstico e tratamento das hepatites virais, servindo como base normativa para as ações executadas no Rio Grande do Sul. Em seu portal oficial, gestores e profissionais de saúde encontram o acervo completo e atualizado de publicações federais.
Para garantir a utilização das versões mais recentes, recomenda-se a consulta direta ao site para o acesso a documentos essenciais, como o Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais, os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs), o Guia de Vigilância em Saúde e o Manual dos CRIEs. Além dos documentos técnicos, o Ministério também disponibiliza um painel interativo de monitoramento focado nos indicadores epidemiológicos e operacionais das hepatites B e C.
As hepatites virais refletem um cenário preocupante e de extrema importância epidemiológica no Rio Grande do Sul por serem um dos agravos transmissíveis mais notificados no estado, com destaque absoluto para as hepatites B e C (CEVS, 2025). A Linha de Cuidado estadual estrutura e integra as ações de vigilância, prevenção e assistência, organizando o fluxo desde o diagnóstico precoce na atenção primária até o tratamento oportuno e especializado, com esforços voltados à urgência da eliminação da doença enquanto problema de saúde pública.
As hepatites virais refletem um cenário preocupante e de extrema importância epidemiológica no Rio Grande do Sul por serem um dos agravos transmissíveis mais notificados no estado, com destaque absoluto para as hepatites B e C (CEVS, 2025). A Linha de Cuidado estadual estrutura e integra as ações de vigilância, prevenção e assistência, organizando o fluxo desde o diagnóstico precoce na atenção primária até o tratamento oportuno e especializado, com esforços voltados à urgência da eliminação da doença enquanto problema de saúde pública.
DIAGNÓSTICO - Simplificação: Oferta Universal de testes rápidos com fluxo definido. Disponibilidade da rede de carga viral rápida. Referências: Res. CIB/RS nº 772/2014; Res. CIB/RS nº 480/2023.
ASSISTÊNCIA - Descentralização: Tratamento realizado na APS. Referência: Nota Técnica nº 369/2020.
ESTRATÉGIAS - Microeliminação: Busca ativa em grupos vulneráveis (Pessoas > 40 anos, Hemodiálise, Privados de Liberdade, Pessoas em Situação de Rua e PVHIV).
LOGÍSTICA - Medicamentos fazem parte do Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica, com a dispensação organizada através das Unidades Dispensadoras de Medicamentos UDM. Acesso ao sistema SICLOM: Acesso ao Sistema SICLOM Referência: Res. CIB/RS nº 240/2021.
VIGILÂNCIA - Análise e monitoramento das notificações para qualificação dos dados. Acesso ao Programa Qualifica Vigilância Painel de Monitoramento de hepatites B e C: Painel das hepatites B e C - MS
IMUNIZAÇÃO - Ampliação da Cobertura Vacinal para Hepatites A e B. Acesso aos Painéis de Vacinação do MS: https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao
Nota Técnica CGAHV/DCCI/SVS/MS nº 369/2020 - Orienta a ampliação do diagnóstico e tratamento das hepatites B e C diretamente na Atenção Primária à Saúde (APS).
Nota Técnica DVE/CEVS nº 04/2025 - Orientações para solicitação da sorologia para Hepatites Virais no GAL/RS.
Nota Informativa Conjunta CEVS/DAPPS nº 01/2022. - Orientações para as ações de vigilância epidemiológica das Hepatites Virais e investigação de casos prováveis de Hepatites de origem desconhecida.
Nota Informativa DVE/CEVS nº 04/2023 - Dispõe sobre a alimentação do SINAN através das informações de óbitos com menção de hepatites virais.
Portal SINAN MS - Sistema Oficial para notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam na lista de notificação compulsória.
Ficha de notificação Hepatites Virais - SINAN
GAL - Gerencia o fluxo de amostras e exames laboratoriais da rede pública, integrando as solicitações aos laudos do LACEN.
TABNET - CEVS/SES-RS - Ferramenta de transparência pública que permite a consulta pública interativa e a tabulação de indicadores de saúde do Rio Grande do Sul.
SICLOM - Sistema responsável pelo gerenciamento logístico e pela dispensação dos medicamentos para tratamento das hepatites virais.
SIM - Sistema de Informação de Mortalidade - capta dados sobre óbitos no país, fundamental para o monitoramento e análise da mortalidade causada por hepatites.
e-SUS SINAN - Plataforma para notificação compulsória de gestantes com hepatite B e crianças expostas ao risco de transmissão vertical.